A Mashable publicou recentemente uma seleção com cinco ferramentas muito legais para apresentar graficamente os seus seguidores do Twitter (5 Fab Twitter Follower Visualization Tools), além de outras coisas relacionadas a seus perfis.
Twitter (pronuncia-se “tuíter”) é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários enviar e receber atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres, conhecidos como “tweets”), por meio do website do serviço, por SMS e por softwares específicos de gerenciamento. (Fonte: Wikipédia)
No início do mês, a ferramenta de microblog chegou à marca de 20 bilhões de mensagens publicadas. Os americanos correspondem a 25% do tráfego e são os líderes no uso da ferramenta.
Construir a imagem de uma empresa nas mídias e redes sociais não é uma tarefa das mais simples. É necessário muito planejamento, estudo e esforço. Porém, como em qualquer outra mídia, para destruir essa imagem podem ser necessários menos de 140 caracteres.
E não é somente a imagem da empresa que pode ser abalada. Funcionários também podem perder seus empregos por causa de suas mensagens no Twitter. Exemplos disso são os casos do Alex Gikas, funcionário da Locaweb, e do jornalista Felipe Milanez, editor da revista National Geographic Brasil, que foram demitidos por causa de seus tweets.
A resposta correta poderia ser: nenhum. Talvez meia dúzia de programadores ou desenvolvedores de software. O conteúdo já está na própria internet.
Mas será mesmo que isso é fazer jornalismo? Será que isso pode ser chamado de jornal?
É muito comum encontrarmos verdadeiros agregadores de conteúdo (declarados ou não) sendo chamados de “jornal online”, ou até mesmo de “portal de notícias”. Tanto no Brasil como ao redor do mundo. Qualquer semelhança com gilete-press não é mera coincidência.
As notícias desses jornais são oriundas, na maioria das vezes, da mídia tradicional, transcritas ou reescritas (o que não faz muita diferença), ou de outros veículos digitais. Isso sem falar das agências de notícias que tem seus textos cada vez mais publicados na íntegra em diversos veículos, até mesmo entre concorrentes. A produção própria de notícias pode beirar o zero.
“Este modelo, reduz a necessidade de jornalistas na própria redação, pelo que se acentua a tendência de um cibermeio focado mais na gestão de conteúdos gerados por terceiros do que na produção própria de conteúdos.”
Eu me sinto ilhado! Sem internet, sem telefone móvel, sem televisão e sem luz para ao menos ler alguma revista e passar o tempo. Toda a promessa de que a tecnologia seria a solução, na prática, tornou-se um grande problema. Na verdade, o problema não é a internet, mas sim todas as novas tecnologias e qualquer coisa que dependesse de energia para sobreviver. O blackout que afetou o coração do país acabou por alertar a nossa dependência dessas coisas modernas.
A Internet, uma rede descentralizada, capaz de sobreviver a tudo, inclusive uma bomba atômica, mostrou-se frágil. Não adianta possuir a informação se não for capaz de transmiti-la. Um jornalista da rádio Bandeirantes mostrou-se indignado com a Eletropaulo por não divulgar nada em seu site. Mas de que adiantaria se os maiores afetados estão sem acesso?
Pelo que fui informado pelo rádio, nunca houve um problema tão grande no mundo. A situação tornou-se caótica. Escrevo agora graças ao final da bateria que ficou armazenada no meu netbook. Aparentemente, até o Paraguai foi afetado. A coisa está feia. Amanhã, esse texto pode parecer exagerado, mas lembre-se de como você se sentiu naquele exato, isso é, pouco mais de meia noite.
Esse vídeo foi postado pela equipe do Google no YouTube no início do mês passado e conta, de maneira breve, a história dos 11 anos de existência do Google. Da Stanford à Mountain View e a redor do mundo, seus diversos produtos, dos primórdios das ferramentas de busca ao Google Wave, StreetView e o Chrome.
Download (significa descarregar ou baixar, em português), é a transferência de dados de um computador remoto para um computador local: o inverso de upload (carregar em Portugal). Por vezes, é também chamado de puxar (e.g.: puxar o arquivo) ou baixar (e.g.: baixar o arquivo), e em Portugal de descarregar. (Fonte: Wikipédia)
Seguindo a idéia do Smashing Apps, que publicou o “Top 10 Free Software Download Sites”, decidi criar uma lista com os 10 melhores sites em português para download de arquivos, softwares, jogos etc.
Bruno Cardoso - Jornalista e tecnólogo da informação, santista, 26 anos, apaixonado por tecnologia e comunicação, quase um geek... e totalmente inEXATO!