Construir a imagem de uma empresa nas mídias e redes sociais não é uma tarefa das mais simples. É necessário muito planejamento, estudo e esforço. Porém, como em qualquer outra mídia, para destruir essa imagem podem ser necessários menos de 140 caracteres.
E não é somente a imagem da empresa que pode ser abalada. Funcionários também podem perder seus empregos por causa de suas mensagens no Twitter. Exemplos disso são os casos do Alex Gikas, funcionário da Locaweb, e do jornalista Felipe Milanez, editor da revista National Geographic Brasil, que foram demitidos por causa de seus tweets.
De quatro em quatro anos o Brasil inteiro se reúne em torno do evento de maior importância para uma nação. Milhões de pessoas vão às ruas demonstrar sua paixão pela nação. Vestem-se de verde, amarelo e azul. Fazem barulho em todos os sentidos! A mídia dedica toda sua atenção, na TV, nas rádios, nos jornais e na internet. Nas ruas, ninguém fala em outra coisa. O Twitterquase não agüenta tanta movimentação e assuntos relacionados ao Brasil alcançam o topo dos Trending Topics mundiais!
Essas são as eleições presidenciais! Certo? Infelizmente não… estou falando de Copa do Mundo de Futebol.
“Todos juntos vamos,
Pra frente Brasil!
Brasil!
Salve a Seleção”
Nessa sexta-feira e sábado, 23 e 24 de abril de 2010, a partir das 10h30, no horário de Brasília, acontecerá o 11º Simpósio Internacional de Jornalismo Online, em Austin, no Texas. O evento, que contará com a participação de jornalistas, acadêmicos e diretores de meios de comunicação, pode ser acompanhado em tempo real na internet.
A palestra de abertura, “O futuro da mídia = arte + ciência”, será apresentada por Steven Kydd, diretor de conteúdo da Demand Media, especializada em tecnologia e mídias sociais. Os temas de debate incluem notícias online, o uso crescente da internet móvel, estratégias de sobrevivência dos jornais na era digital, jornalismo participativo, jornalismo sem fins lucrativos e experiências internacionais de jornalismo online.
Sem dúvida, essa foi a coletânea mais difícil de organizar. Isso por que, infelizmente, a produção de livros no ciberespaço não está a mil por hora como nós gostaríamos, apesar de encontrarmos alguns ótimos esforços individuais. Porém, após muito garimpo, consegui encontrar mais algumas coisas boas que eu ainda não tinha divulgado por aqui.
Gostaria de agradecer todos os comentários positivos que o blog vem recebendo. Esse é o melhor reconhecimento que eu poderia querer! Inclusive, estou tentando preparar um post com todas as citações que oJornalista.com teve em outros sites e blogs.
Outra coisa é que eu tenho recebido muitos pedidos de livros nos comentários, via Twitter, email etc. Porém, quero deixar claro (mais uma vez) que todos os livros que divulgo aqui no blog respeitam os devidos direitos autorais e, inclusive, a maioria está licenciada como Creative Commons.
Hal Varian, economista-chefe do Google, fez uma apresentação nesta terça-feira (9/3/2010) no workshow “O Futuro do Jornalismo” e afirmou que a melhor saída para os j0rnais impressos é fornecer uma maior interação com os leitores e que a culpa da queda de circulação não é culpa do Google. Para ele, “os problemas financeiros da indústria da notícia começaram bem antes do nascimento da internet”.
A conclusão/conselho de Varian é que, para sobreviver, os jornais devem envolver mais os leitores ao invés de cobrar pelo conteúdo. Para ele, somente jornais com notícias muito específicas deveriam cobrar pelo acesso, pois as informações factuais possuem uma concorrência muito alta.
Outra coisa que compromete é o tempo de leitura de um jornal impresso, estimado por Varian como 25 minutos, mas eu discordo. Acho que para ler um jornal feito com papel se gasta, no mínimo, uma hora.Por isso, as pessoas preferem buscar pelo menos o título das notícias na internet durante seus 70 segundos de tempo livre.
Bruno Cardoso - Jornalista e tecnólogo da informação, santista, 26 anos, apaixonado por tecnologia e comunicação, quase um geek... e totalmente inEXATO!