Hal Varian, economista-chefe do Google, fez uma apresentação nesta terça-feira (9/3/2010) no workshow “O Futuro do Jornalismo” e afirmou que a melhor saída para os j0rnais impressos é fornecer uma maior interação com os leitores e que a culpa da queda de circulação não é culpa do Google. Para ele, “os problemas financeiros da indústria da notícia começaram bem antes do nascimento da internet”.
A conclusão/conselho de Varian é que, para sobreviver, os jornais devem envolver mais os leitores ao invés de cobrar pelo conteúdo. Para ele, somente jornais com notícias muito específicas deveriam cobrar pelo acesso, pois as informações factuais possuem uma concorrência muito alta.
Outra coisa que compromete é o tempo de leitura de um jornal impresso, estimado por Varian como 25 minutos, mas eu discordo. Acho que para ler um jornal feito com papel se gasta, no mínimo, uma hora.Por isso, as pessoas preferem buscar pelo menos o título das notícias na internet durante seus 70 segundos de tempo livre.
Esse vídeo foi postado pela equipe do Google no YouTube no início do mês passado e conta, de maneira breve, a história dos 11 anos de existência do Google. Da Stanford à Mountain View e a redor do mundo, seus diversos produtos, dos primórdios das ferramentas de busca ao Google Wave, StreetView e o Chrome.
Nesta quarta-feira, foram liberadas mais 100 mil contas de acesso ao serviço. Esse ainda não é o lançamento oficial e não representa nem mesmo 10% do total de solicitações de convite cadastradas no site, mas cada um desses convidados recebe mais oito convites para distribuir para quem bem entender. Exatamente como foi com o Gmail e o Orkut no início e, assim como nesses casos anteriores, já tem convite a venda no eBay.
O TechCrunch, um dos sites de tecnologia mais respeitados da web, escreveu que o Wave ainda é uma “gota com ambição”, mas que será “uma nova plataforma de comunicação para uma igualmente nova internet”. Continue lendo »
Segunda-feira, dia 14, o Google lançou o Fast Flip, um projeto experimental que permite aos usuários navegar por notícias de uma maneira mais próxima com a tradicional mídia impressa. No mesmo dia, o jornal Folha de S. Paulo colocou no ar (grátis por 30 dias) sua Edição Digital, que funciona de uma maneira bem parecida à ferramenta do Google.
A idéia de ambos é permitir que o usuário “folheie” as notícias de uma maneira rápida até escolher o que deseja ler. O jornal Estado de S. Paulo já vem trabalhando há algum tempo com essa idéia também em uma Edição Digital, restrita a assinantes.
O Fast Flip funciona com navegação horizontal e trabalha com as notícias Google News, que já possui parceria com 36 editoras. Dentre elas, estão publicações como The New York Times, Newsweek e The Washington Post, que receberão parte da receita dos anúncios veiculados no sistema.
Sexta-feira passada, dia 4 de setembro, terminou oficialmente o prazo oferecido pelo Google para que editoras e autores de todo o mundo se manifestassem contra sua proposta de digitalizar e disponibilizar na Internet (especificamente no Google Books) livros que se encontram fora de catálogo, mas que ainda não são de domínio público.
O assunto já rendeu, e ainda rende, muita discussão. Críticos afirmam que o Google estaria tentando monopolizar todo o patrimônio cultural. Porém, os que defendem a empresa dizem que o projeto é a possibilidade dos leitores de terem acesso a materiais que não existem mais a venda nas livrarias.
A história toda começou há cinco anos, quando o Google, em parceria com as universidades de Harvard e Oxford, passou a digitalizar os acervos das bibliotecas parceiras.
Segundo o Alexa, o site Google.com está no ar desde 15 de setembro de 1997, mas a empresa Google somente foi criada, por Larry Page e Sergey Brin, no dia 4 de setembro de 1998.
Porém, não vou ficar aqui discutindo sobre a data real de abertura do Google e nem mesmo sobre a veracidade das informações na Wikipédia, já bastante debatida no polêmico livro O Culto do Amador, de A. Keen.
Bruno Cardoso - Jornalista e tecnólogo da informação, santista, 25 anos, apaixonado por tecnologia e comunicação, quase um geek... e totalmente inEXATO!