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Mar 11

Hal Varian, economista-chefe do Google, fez uma apresentação nesta terça-feira (9/3/2010) no workshow “O Futuro do Jornalismo” e afirmou que a melhor saída para os j0rnais impressos é fornecer uma maior interação com os leitores e que a culpa da queda de circulação não é culpa do Google. Para ele, “os problemas financeiros da indústria da notícia começaram bem antes do nascimento da internet”.

A conclusão/conselho de Varian é que, para sobreviver, os jornais devem envolver mais os leitores ao invés de cobrar pelo conteúdo. Para ele, somente jornais com notícias muito específicas deveriam cobrar pelo acesso, pois as informações factuais possuem uma concorrência muito alta.

Outra coisa que compromete é o tempo de leitura de um jornal impresso, estimado por Varian como 25 minutos, mas eu discordo. Acho que para ler um jornal feito com papel se gasta, no mínimo, uma hora.Por isso, as pessoas preferem buscar pelo menos o título das notícias na internet durante seus 70 segundos de tempo livre.

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Oct 29

jornais-lerFalar sobre queda de vendagem dos jornais impressos não é nenhuma novidade. Os últimos dados sobre o assunto foram publicados no New York Times e na Associated Press, ambos baseados no estudo do Escritório de Auditagem de Circulação (ABC – Audit Bureau of Circulations), que demonstra que a circulação média diária de 379 jornais dos Estados Unidos da América. Entre abril e setembro, como já era de se imaginar, a circulação diária caiu 10,6% e, aos domingos, 7,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A pesquisa afirma que circularam, no período analisado, cerca de 30 milhões de jornais impressos. No ano anterior, esse número foi de 34 milhões. Entre os 25 maiores jornais diários dos EUA, o que teve a maior queda foi o The San Francisco Chronicle, algo em torno de 26% e somente um teve aumento de vendagem, o Wall Street Journal, que viu a sua circulação crescer 0,6%. Dessa forma o WSJ passa a ser o jornal com maior tiragem do país, superando o USA Today, que caiu de 2,3 milhões de exemplares diários para 1,9 milhão, de acordo com a agência EFE.

Na internet, o Wall Street Journal também demonstra bom desempenho, com mais de 400.000 assinantes. Segundo os números da Nielsen Online, os sites de jornais registraram mais de 72 milhões de usuários únicos por mês, contra 60 milhões em 2007. Porém, segundo publicação do New York Times, os jornais online não estão conseguindo segurar os dólares dos anunciantes, embora a publicidade na internet esteja se recuperando. Segundo a reportagem, para os anunciantes, “os sites de jornais são os sapatos de couro e salto alto do mundo online – são usados em ocasiões especiais, mas outros sapatos ficam com o dia a dia”. Os outros sapatos são as redes de publicidade online como as do Google e AOL.

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Aug 19
Jornal sem papel

Jornal sem papel

Apesar de ainda ser um protótipo e de não haver garantia de ser lançado comercialmente, o IN (Innovation of Newspaper ou Inovação do Jornal) é mais uma alternativa aos “custos” dos jornais impressos, assim como o Kindle, da Amazon.

Criação dos designers Seon-Keun Park e Byung-Min Woo, os mesmos que juntos com Sun-Hye Woo e Jin-Sun Park, criaram há algum tempo um leitor de e-books em Braille, o aparelho tem o objetivo de ser uma máquina capaz de atualizar notícias em um jornal eletrônico, evitando, assim, o uso de papel e recursos naturais.

“As acusações contra a produção do jornal tradicional são muitas: provocar a derrubada de árvores, gastar muita água, usar tinta na impressão, sem contar as emissões de gases poluentes durante o transporte e todos os gastos com energia”, afirma o site EcoDesenvolvimento.

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Jun 09

Uma reflexão do livro “A Arte de Fazer um Jornal Diário” de Ricardo Noblat da Editora Contexto.

A Arte de Fazer um Jornal Diário

“Jornalismo, independente de qualquer definição acadêmica, é uma fascinante batalha pela conquista das mentes e corações de seus alvos: leitores, telespectadores e ouvintes”. (Clovis Rossi. O que é Jornalismo. P. 7)

Quando eu decidi ingressar no curso de jornalismo, tinha em mente o fato de que eu gostava de escrever e, principalmente, minha vontade de mudar o mundo. Acreditava que ser jornalista, podia não se o Super Homem, mas se aproximava muito de um Clark Kente. Sonhava que um dia eu poderia publicar uma reportagem, investigativa, que denunciasse todas as falcatruas do governo, e ver meu país melhor do dia pra noite. Queria mudar o mundo, e acreditei que o jornalismo seria minha melhor arma contra as injustiças. Será que fui muito ingênuo?

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Apr 17

Impresso x On-line

Fonte: ElGeek – http://elgeek.info/

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Apr 14
Malvados

Malvados

Fonte: Malvados – http://www.malvados.com.br/index1275.html

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