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Oct 29

jornais-lerFalar sobre queda de vendagem dos jornais impressos não é nenhuma novidade. Os últimos dados sobre o assunto foram publicados no New York Times e na Associated Press, ambos baseados no estudo do Escritório de Auditagem de Circulação (ABC – Audit Bureau of Circulations), que demonstra que a circulação média diária de 379 jornais dos Estados Unidos da América. Entre abril e setembro, como já era de se imaginar, a circulação diária caiu 10,6% e, aos domingos, 7,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A pesquisa afirma que circularam, no período analisado, cerca de 30 milhões de jornais impressos. No ano anterior, esse número foi de 34 milhões. Entre os 25 maiores jornais diários dos EUA, o que teve a maior queda foi o The San Francisco Chronicle, algo em torno de 26% e somente um teve aumento de vendagem, o Wall Street Journal, que viu a sua circulação crescer 0,6%. Dessa forma o WSJ passa a ser o jornal com maior tiragem do país, superando o USA Today, que caiu de 2,3 milhões de exemplares diários para 1,9 milhão, de acordo com a agência EFE.

Na internet, o Wall Street Journal também demonstra bom desempenho, com mais de 400.000 assinantes. Segundo os números da Nielsen Online, os sites de jornais registraram mais de 72 milhões de usuários únicos por mês, contra 60 milhões em 2007. Porém, segundo publicação do New York Times, os jornais online não estão conseguindo segurar os dólares dos anunciantes, embora a publicidade na internet esteja se recuperando. Segundo a reportagem, para os anunciantes, “os sites de jornais são os sapatos de couro e salto alto do mundo online – são usados em ocasiões especiais, mas outros sapatos ficam com o dia a dia”. Os outros sapatos são as redes de publicidade online como as do Google e AOL.

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Oct 06

JornalismoUm dia desses (desculpe, mas este post quase foi esquecido no tempo pelo fato de eu nunca ter tempo de finalizá-lo), lendo a newsletter da “Meio & Mensagem”, deparei-me com uma notícia que chamou bastante a atenção: “Circulação das revistas semanais cresce 5,6%”.

Diante de tudo que vemos por aí, como a morte dos jornais impressos, ou do fato de pelo menos estarem à beira do precipício, o cancelamento de revistas nacionais, como foi o caso da Revista da Semana, da Editora Abril, dentre tantas outras notícias sobre aquilo que parecia ser o capítulo final do mercado impresso, a informação publicada chega a ser contraditória.

Porém, logo na chamada temos a explicação óbvia e um pouco frustrante: “A alta do primeiro semestre foi sustentada pelo interesse dos leitores por novelas, bastidores da televisão e vida das celebridades”.

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