A resposta correta poderia ser: nenhum. Talvez meia dúzia de programadores ou desenvolvedores de software. O conteúdo já está na própria internet.
Mas será mesmo que isso é fazer jornalismo? Será que isso pode ser chamado de jornal?
É muito comum encontrarmos verdadeiros agregadores de conteúdo (declarados ou não) sendo chamados de “jornal online”, ou até mesmo de “portal de notícias”. Tanto no Brasil como ao redor do mundo. Qualquer semelhança com gilete-press não é mera coincidência.
As notícias desses jornais são oriundas, na maioria das vezes, da mídia tradicional, transcritas ou reescritas (o que não faz muita diferença), ou de outros veículos digitais. Isso sem falar das agências de notícias que tem seus textos cada vez mais publicados na íntegra em diversos veículos, até mesmo entre concorrentes. A produção própria de notícias pode beirar o zero.
“Este modelo, reduz a necessidade de jornalistas na própria redação, pelo que se acentua a tendência de um cibermeio focado mais na gestão de conteúdos gerados por terceiros do que na produção própria de conteúdos.”


Falar sobre queda de vendagem dos jornais impressos não é nenhuma novidade. Os últimos dados sobre o assunto foram publicados no
Você não gosta de mudar – porque mudança é tudo que a indústria tem a oferecer para você
Após muita navegação e pesquisas frustradas no 





Bruno Cardoso - Jornalista e tecnólogo da informação, santista, 26 anos, apaixonado por tecnologia e comunicação, quase um geek... e totalmente inEXATO!







