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Aug 19

Em 21 de outubro de 1967, acontecia no Teatro Paramount, no centro de São Paulo, a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Na época não existiam novelas e a TV Record, vivendo seus Anos Dourados, era quem dominava a audiência com programas musicais de auditório (como a “Jovem Guarda” e “O Fino da Bossa”).

O auditório presente nesse festival poderia ser considerado “a grande manifestação da massa”. Eles aplaudiam e vaiavam sem dó nem piedade grandes artistas que se revezavam no palco para competir entre si e que hoje são considerados de suma importância para a MPB. Fazendo uma analogia, poderíamos dizer que a platéia era o Twitter da época, gritando “Uhhhh” em 140 caracteres.

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Jul 28

Ninguém melhor para ensinar um certo assunto do que alguém que trabalha e possui experiência em determinada área. No caso do telejornalismo, que tal aprender com quem está há quase 20 anos no ofício e é correspondente internacional da Rede Globo de Televisão em Nova Iorque?

Apaixonado por tecnologia, ciência, internet e pelo Grêmio, o jornalista e repórter de TV Flávio Fachel transmite quase que diariamente em seu Twitter dicas sobre telejornalismo aos seus mais de 12 mil seguidores.

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Sep 06
Jeffrey Cole

“Em 2020, cerca de 50 bilhões de dispositivos estarão conectados na internet”. A afirmação é do pesquisador Jeffrey Cole, na matéria “Liquidificador com internet?”, publicada na revista Época Negócios de agosto.

Cole é diretor do Centro do Futuro Digital da Universidade Annenberg, em Los Angeles, Califórnia, e supervisionou um estudo de 10 anos sobre o comportamento digital das pessoas em 30 países e já ouviu mais de 2 mil pessoas.

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Aug 14
Guerra Globo x Record

Arte: Rafel Machado

O título bem que poderia ser: quando o jornal vira notícia, ou quando a rede de notícias é a notícia e deixa as notícias de lado… ou qualquer coisa do gênero.

Provavelmente você já está por dentro da briga entre a Rede Record e a Rede Globo, muito bem abordada pela minha amiga Ariane Fonseca. Caso você não tenha idéia do que estou falando: as duas decidiram que, ao invés de melhorar a qualidade da programação, a melhor forma de brigar pela audiência é arregaçando as mangas (e a ética) e partindo para o ataque (televisionando tudo em primeira mão).

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